quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Sete dicas para fechar o ano letivo



Estamos na reta final e, certamente, todos os professores estão no limite. Mas, não se esqueça de que você merece dias ensolarados e com muita alegria. Desejo que todos tenham merecidas férias e um bom descanso. Achei importante as dicas a seguir e compartilho com você. Abraçosss!

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Antes de curtir o merecido descanso, aproveite o fim do ano para analisar as práticas pedagógicas, organizar os materiais e traçar metas para o futuro

Bruno Mazzoco (novaescola@fvc.org.br)
O final do ano se aproxima e com ele vêm as tão aguardadas férias. Mas, para poder aproveitar ao máximo os momentos de descanso e lazer, recarregar as baterias e se preparar para o novo ciclo que virá, é importante encerrar o ano livre de pendências e com o sentimento de dever cumprido. Sugerimos a seguir sete dicas para você fechar o ano em paz em relação ao ambiente escolar, ao trabalho pedagógico e na dimensão pessoal.

Sete dicas para fechar o ano letivo
A primeira atitude a se tomar é organizar todos os materiais de trabalho. Verifique se você está em dia com as documentações a serem entregues para a direção da escola, como os diários de classe e outros relatórios que tenham sido solicitados.

Sete dicas para fechar o ano letivo
Desapegue da papelada: reserve ao menos um período para fazer a limpeza de armários e gavetas, analisando com cuidado o que dá para ser aproveitado e o que pode ser descartado. Ao mesmo tempo em que se livra de um monte de material sem maior utilidade, você pode fazer alguns "achados" úteis para o ano seguinte.

Sete dicas para fechar o ano letivo
Esse pode ser ainda um bom momento para organizar e atualizar os registros das atividades realizadas. Esses materiais dão uma visão geral sobre tudo o que foi trabalhado e abrem as portas para a nova etapa que vem a seguir.

Sete dicas para fechar o ano letivo
Em todas as esferas de nossa vida esse é um bom momento para fazermos a avaliação do ciclo que se encerra e traçarmos os objetivos para o novo ciclo que se inicia. As promessas de fim de ano que o digam! E na escola não é diferente. "O professor deve fazer uma autoavaliação, individual e em grupo, para já ter em mente o que deu certo e o que precisa ser melhorado no ano seguinte", diz Maura Barbosa, coordenadora pedagógica do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (Cedac) e consultora da revista GESTÃO ESCOLAR. É importante analisar, por exemplo, quais foram os conteúdos mais bem trabalhados e as estratégias usadas, quais são os pontos que precisam ser melhorados, como foi o aproveitamento dos alunos e em que áreas você deve investir em atualização ou formação. Vale a pena fazer uma lista com todas essas informações para balizar o trabalho do ano seguinte.

Sete dicas para fechar o ano letivo
E se você já sabe para quais turmas irá lecionar no próximo ano letivo, uma boa dica é deixar algumas ideias anotadas sobre os conteúdos a serem trabalhados e como fazê-lo, com indicações para atualização de atividades e sequências didáticas. Assim, ao iniciar o planejamento no começo do ano, você já terá um bom ponto de partida.

Sete dicas para fechar o ano letivo
Tão importante quanto lidar com as questões objetivas é fazer uma análise pessoal das experiências vividas. Mas sem culpa ou cobranças, pois é tempo de curtir o que foi conquistado e revalidar metas e objetivos. "Esse é o momento de ressiginificar os acontecimentos do ano, mas sem tentar resolver o que ficou para trás. Avalie o que você queria e o que ainda quer conquistar, porque, às vezes, os planos mudam. O principal é se sentir bem com o que você viveu", destaca Denise Pará Diniz, coordenadora do Núcleo de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Sete dicas para fechar o ano letivo
E aí o negócio é descansar do jeito que achar melhor, de preferência buscando algo que saia da rotina. Planeje fazer coisas que te deem prazer, como viajar, ficar com os amigos e a família ou apenas dormir. Nada de pensar em trabalho, pois é hora de se dedicar plenamente ao ócio. Afinal, você merece!






sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Ler nos torna melhores (e com mais memória)

03 dezembro 2013 | 15:55
Pare de navegar na internet em busca de novos aplicativos de relacionamento (esses mesmo que estamos vendo bombar na mídia) e corra para a biblioteca. Novos estudos afirmam que a leitura é mais do que uma atividade prazerosa, ela também faz bem ao ser humano e até para as suas relações sociais. É o que diz uma pesquisa da New School for Social Research publicada recentemente na revistaScience. Segundo os psicólogos sociais que conduziram o experimento, ler bons livros ajuda a desenvolver a empatia, a percepção social e a inteligência emocional. Ou seja, ajuda o ser humano a melhorar aquelas habilidades que são especialmente úteis quando se está tentando desvendar a linguagem corporal de alguém ou avaliar o que o outro está pensando. Essas habilidades são bastante necessárias em um primeiro encontro, só para citar um exemplo. Os benefícios do ato de ler não são novidade: estudiosos do que se convencionou chamar de Teoria da Mente já relacionaram vários tipos de leitura com empatia e sensibilidade. O pulo do gato da pesquisa conduzida por Emanuele Castano e David Comer Kidd é ter observado o efeito direto da leitura de literatura nas pessoas, isto é, a consequência de poucos minutos lendo.

A leitura pode até ajudar a unir casais
[FONTE: 5 recepies for life]
Para que fique mais claro, o teste foi feito com pessoas entre 18 e 25 anos que leram por alguns minutos. Um grupo recebeu textos de ficção de autores premiados, o segundo de ficção popular e o terceiro de não-ficção. Logo depois, eles responderam a testes que medem a capacidade das pessoas para decodificar emoções ou prever as expectativas do outro ou ainda crenças em um cenário particular. Segundo os resultados, a leitura de histórias mais desenvolvidas como a de autores premiados, de romances com personagens complexos e de personalidade multifacetada efetivamente melhora a nossa capacidade de entrar na pele do próximo, mais do que ler livros mais populares ou não ficção. 

Ler é amor, alguém duvida disso?
[FONTE: Carrer Hoot]
Uma outra pesquisa, publicada na revista Neurology e conduzida pelo Rush University Medical Center de Chicago confirma o que muitos de nós já suspeitávamos. Ler e escrever nos garantirá uma memória melhor quando chegarmos na melhor idade. Quando ficarmos mais velhos, bem mais velhos, se é que você me entende. Durante seis anos, nada mais, nada menos que 294 idosos participaram de testes que mediam a memória e o pensamento deles a cada ano que passava. Com frequência, os participantes do estudo também foram questionados sobre seus hábitos, livros que liam, sobre o que escreviam e se tinham tais hábitos quando eram crianças, adolescentes, e, depois, quando entraram na vida adulta até a idade atual. Antes de continuarmos, uma parêntese: o estudo foi conduzido por neurologistas, e não por psicológos. Sendo assim, depois que seus colaboradores morreram, seus cérebros foram examinados. Os médicos procuravam sinais fisiológicos de demência, doença ligada à perda de memória. Após essa etapa, eles descobriram que as pessoas que participaram de atividades mentalmente estimulantes tiveram uma taxa mais lenta de declínio da memória do que aqueles que não tinham tais hábitos.

Homem velho lê e garante uma velhice com mais lembranças é o quadro
[FONTE: Contrary Magazine]
Se você ainda tem dúvida, vamos aos números: os pacientes acostumados às atividades intelectuais mostraram uma taxa de declínio cognitivo 15% mais lenta do que aqueles que não tinham tanto o hábito da leitura e de escrever. Segundo os pesquisadores, ficou evidente que manter um alto ritmo de leitura até mesmo em idades avançadas reduz o declínio da memória em 32% em relação à norma. Quem, ao contrário, abandona, ou quase abandona, o hábito de ler e escrever com o passar dos anos, corre o risco de sofrer com uma piora da memória 48% mais rápida do que os que se mantêm ativos e em treinamento. =O
Bom, ficou claro que ler é preciso, e que, quanto antes começarmos e quanto mais praticarmos esse delicioso exercício da mente, melhor para nós. Compreendendo a Leitura, Uma análise psicolinguistica da leitura e do aprender não é um manual, mas uma obra na qual o autor apresenta o que os educadores devem saber sobre o processo de aprendizado da leitura, por meio de um sério embasamento científico que aborda todos os aspectos necessários para a compreensão global deste tema. Justamente o tema desse nosso post! Então, bora ler? =)

domingo, 1 de dezembro de 2013


ATIVIDADES
(Recuperação e Estudos Independentes)


Estamos na reta final e certamente todos estão desejando FÉRIAS.
No entanto, temos que planejar as atividades de recuperação e, também, deixar organizada as atividades para os Estudos Independentes.
Assim, para colaborar com seu trabalho seguem sugestões de atividades.




Caso queira o gabarito é só enviar seu pedido: professorasoniasilveira@gmail.com

terça-feira, 12 de novembro de 2013

ATIVIDADES para o Dia da Consciência Negra
(20/11)


Professor (a), você tem a liberdade para modificar as sugestões a seguir.
 BOM TRABALHO!

“VISTA  MINHA PELE”

Filme: Curta metragem “Vista minha Pele" (25 min)

Sem dúvida um dos melhores curta metragem que aborda a questão do preconceito.

  Disponível: http://youtu.be/6Nlt-Q5iuYE


Filme criado pelo MEC a fim de abordar a questão do preconceito racial. É uma  história invertida, os negros são a classe dominante e os brancos foram escravizados. Os países pobres são Alemanha e Inglaterra, enquanto os países ricos são, por exemplo, África do Sul e Moçambique. 

ATIVIDADES

1-      Professor (a) assista ao filme (25 min.), antes de planejar/conhecer as atividades a seguir;
2-      De acordo com a turma, planejar um debate;
3-      Para as turmas mais “maduras” planejar atividades, a seguir, após assistir ao filme.

DESENVOLVIMENTO:

· Refletir sobre o que significa ser branco (a) no Brasil?
· Qual a concepção que possuem do conceito de raça?
· Quais as cenas que mais sentiram incomodados? E por quê?
· Quais as evidências de desigualdades relativas às diferenças étnico-raciais que já presenciaram no cotidiano escolar?
·  Apontem algumas estratégias de combate a atitudes preconceituosas e discriminatórias no espaço escolar.

-> Músicas que podem ser comparadas ao filme assistido:

     -Olhos coloridos (Sandra de Sá)

      - Loirinha Bombril (Paralamas do Sucesso)
     - Racismo é burrice (Gabriel, o pensador)


 Atividades Complementares



v  Exposição de fotos: "PRETO NO BRANCO"

v  Montagem de Painel: Personalidades Negras.

v  Cartazes que reflitam realidades sociais relativas ao tema ou sobre a Mulher Negra na Contemporaneidade .

v  "Oficinas de Costumes Africanos" - Penteado afro, confecção de bijuterias, roupas customizadas, etc.

v   Painel ilustrado: "Poetas Negros da Literatura Brasileira".

v  Recreio Cultural: Danças de origem africana: Roda de Capoeira, Samba de Roda...

Após debate e atividades termine a aula com este vídeo contra o racismo.



Disponível: http://youtu.be/S4EGXir5314

NÃO ESQUECER...

·         É interessante  discussões sobre as grandes conquistas do Movimento Social Negro -frutos de inúmeras reivindicações sociais.
Como por exemplo:


• A História e cultura negra e indígena tornaram-se conteúdo obrigatório nas escolas, por meio da Lei 10.639/2003, que sofreu uma alteração com a promulgação da Lei 11.645/2008, que inclui a história e a cultura indígenas.



• A declaração da III Conferência Mundial contra o Racismo, a Xenofobia e formas correlatas de discriminação em: <http://www.comitepaz.org.br/durban_1.htm>.



Professor(a), as sugestões aqui apresentadas abrem a possibilidade de trabalhos coletivos e interdisciplinares, envolvendo os campos de saberes como a História, Arte, Literatura, Geografia, Educação Física. É necessário que a educação escolar considere a diversidade, tendo como valor máximo o respeito às diferenças, não o elogio à desigualdade. As diferenças não são obstáculos para o cumprimento da ação educativa, podem e devem, portanto, ser fator de formação da cidadania.


VISITEM (PROFESSOR E ALUNO) os sites a seguir:

Diálogos contra o racismo – www.dialogoscontraoracismo.org.br
http://www.comitepaz.org.br/durban_1.htm
Secretaria Especial de Políticas para Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/seppir/
A Cor da cultura - www.acordacultura.org.br



(Fonte: Portal do Professor. Atividades adaptadas pela profª analista pedagógico Sônia Silveira).

quinta-feira, 7 de novembro de 2013


8 sites para encontrar

 e-books que valem a pena

 | Dica de site
Já pensou em poder baixar os livros que você quer ler ou pesquisar? Reunimos 8 sites bacanas em que você pode encontrar obras literárias e livros sobre Educação para baixar de graça e salvar em seu computador ou tablet.
Você tem outras dicas de onde encontrar e-books (ou livros digitais)? Conte pra gente nos comentários!

1) No site da Editoria da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) você encontra os livros da editora da Universidade e para baixar basta preencher um cadastro.
Faz parte do catálogo: Formação de leitores surdos e a educação inclusiva, de Sandra de Oliveira Martins.

2) A Editora da Universidade Estadual de Londrina também oferece vários de seus títulos para fazer download de graça.
Faz parte do catálogo: Leitura, literatura infanto-juvenil e Educação, de Célia Fernandes

3) No site Universia Brasil você consegue salvar diversas clássicos da literatura.
Faz parte do catálogo: A Metamorfose, de Franz Kafka

4) Domínio Público é a biblioteca virtual do Ministério da Educação que reúne obras digitais de literatura e também disponibiliza teses e dissertações para download.
Faz parte do catálogo: A Divina Comédia, de Dante Alighieri

5) A Biblioteca Brasiliana USP  tem cerca de 3,6 mil livros para download e você ainda tem acesso a um acervo de documentos históricos, imagens e manuscritos.
Faz parte do catálogo: Sonetos completos, de Olavo Bilac

6) Toda a obra de Machado de Assis está disponível neste site criado pelo Ministério da Educação.
Faz parte do catálogo: Relíquias de Casa Velha

7) A Biblioteca Digital Camões oferece obras da literatura portuguesa e o leitor pode buscar pelo nome do livro ou por autor.
Faz parte do catálogo: Os Maias, de Eça de Queirós

8) No site da Editora Moderna você encontra livros sobre políticas públicas educacionais que podem contribuir para suas pesquisas ou trabalho em sala de aula.
Faz parte do catálogo: O que revela o espaço escolar? – Um livre para diretores de escola,  de Comunidade Educativa CEDAC/ Editora Moderna.


terça-feira, 15 de outubro de 2013

Sugestões de Atividades - Português
(Aprofundamento de estudo - 9º ano)


ATIVIDADES: Acesse aqui

GABARITO- Acesse aqui

sábado, 12 de outubro de 2013


            Uma revolução no                  ensino. Outra?
Data: 13/10/2013
Veículo: VEJA 
Editoria: CLAUDIO DE MOURA CASTRO 
Página: 22

Na história da educação não faltaram oráculos anunciando alguma épica revolução. A imprensa de Gutenberg foi a primeira. Embora tenha sido uma das poucas a causar abalo, não desempregou professores, como se temia. Com o correio, inaugura-se o ensino por correspondência. Mas a escola continuou impávida. O cinema substituiria as escolas. Não aconteceu. A televisão foi a profecia seguinte. Arranhou, mas não revolucionou.


Com clarins estridentes, foi anunciada a chegada do computador à escola. Os obesos mainframes viraram PCs; depois, notebooks, tablets e smartphones. Some-se a isso a internet, ligando tudo a todos. Veio a tal revolução digital?


Por razões que a todos surpreendem, a maioria das escolas não digere os computadores. Antes, hostilmente os rejeitava. Agora, diz que os ama, mas não consegue usá-los. Nos países em que foram avaliados, como um todo, os programas de informática na escola foram um desapontamento. Softwares criativos e fascinantes não aterrissam no aprendizado do currículo. Adoção em massa, só de mimeógrafo. xerox e projetores - que, embora convenientes, nada inovam na pedagogia.


Fora da escola acadêmica, os computadores dão certo. A educação informal os utiliza bem e, em alguns casos, os utiliza muito. Pesquisas mostram mais aprendizado por parte de alunos com computadores em casa. Estudo recente do Positivo identificou um uso intenso das redes sociais entre os alunos, em fóruns de discussão criados por eles e com mínima participação dos professores. Dito isso, quero ser o oráculo de uma revolução tecnológica: hoje é possível levar a qualquer brasileiro a melhor aula expositiva do mundo, a um custo que se aproxima de zero. Como assim?


Se o melhor dos melhores professores gravar uma aula, com o auxílio de todos os recursos audiovisuais, estúdios e direção, essa aula será melhor do que sua versão ao vivo, nua dos complementos da produção. Portanto, substituiria a exposição do professor, monotonamente repetida.


E, se ela for vista por muitas pessoas, o custo por aluno será ridiculamente baixo. O Telecurso 2000 é um belo exemplo, pois nenhum professor é capaz de dar uma aula tão perfeita. A produção dos vídeos custou 30 milhões de dólares. Mas, como 6 milhões já se formaram, o custo por aluno é de 5 dólares apenas! Por aula, é um centavo. É ou não é uma revolução?


Na esteira desse salto quântico na tecnologia, aparece uma multidão de iniciativas. A Kahn Academy é das mais conhecidas. Coursera e outras entram em cena, oferecendo ensino de massa e gratuito. Como sou carapina amador, aprendo a trabalhar com vídeos dos melhores marceneiros do mundo. É um privilégio ao alcance de todos. Esse avanço nos leva a duas encruzilhadas. A primeira é saber se haverá um casamento do EAD (ensino a distância) de massa com o ensino acadêmico e seus diplomas. Como fica um biólogo educado no computador e a custo zero? Super aulas de graça sem diploma ou aulas chatas com diploma? Nos Estados Unidos, começa-se a falar de educação na nuvem com diplomas oficiais. O ensino tradicional tem boas razões para tremer nas bases. A segunda nasce do fato de que uma aula expositiva é apenas um pedaço de uma educação de qualidade. Como fica o resto, que envolve aplicação, prática e depende da interação entre alunos e professores? Há um sem-número de alternativas, presenciais ou a distância. Em algumas, como o Telecurso, há um monitor na sala de aula. Mas existem cursos EAD em que uns poucos tutores atendem os alunos, via internet. E outros com muitos tutores. Há versões em que a inteligência artificial, instalada nos computadores, substitui a atenção pessoal do professor. Obviamente, os custos variam. Há cursos EAD mais caros que seus correspondentes presenciais. E há cada vez mais cursos gratuitos.


Embora os cursos a distância possam apresentar rendimentos equivalentes ou melhores, não somos capazes ainda de destrinchar os méritos da multiplicidade de alternativas existentes e a existir. Só dá para prever que o curso presencial puro está ameaçado. Mais outra revolução que vai gorar? Ou um realinhamento nas formas de ensinar, trazendo terremotos à organização do ensino?

Fonte: http://cliente.linearclipping.com.br/cnte/detalhe_noticia.asp?cd_sistema=93&codnot=8203635